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Como o data driven business vai mudar a sua forma de fazer negócios

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O que a Netflix, o Spotify e a Amazon tem em comum? São empresas de sucesso que adotaram a cultura data driven business (DDB). Isso significa dizer que todas as decisões de gestão são baseadas em coleta e análise de dados. Em 2016, o Spotify entendeu que poderia transformar a maneira como as pessoas se relacionam com a música, identificando padrões de comportamento do cliente ao longo do tempo. Atualmente o aplicativo oferece um serviço personalizado para cada usuário.

Todos deixamos rastros digitais diariamente, pois concedemos informações relevantes quando acessamos dispositivos e ferramentas online (smartphone, máquina de cartão de crédito, redes sociais, entre outros). É possível saber qual a renda de cada um, localização, preferências, horários de maior acesso a determina plataforma etc. Por meio da cultura data drive é possível personalizar ações de marketing e relacionamento com o cliente, reduzir os custos do funil de marketing, aumentar a conversão de novos clientes, identificar oportunidades, tendências e ameaças para seu negócio.

Com base nos dados capturados, as empresas oferecem serviços personalizados, direcionados e de qualidade. Porém, para chegar nessa receita de sucesso, é preciso garantir a agilidade dos processos. Estabelecer uma gestão baseada em dados não é uma realidade apenas de grandes companhias como as citadas anteriormente, pequenas e médias organizações também conseguem aderir ao data driven business e obter excelentes resultados. Quem sabe o seu negócio é o próximo a ser citado em artigos sobre empresas bem-sucedidas ao incorporar o DDB. Quer saber mais? Confira nosso post.

Entenda o que é

A coleta de informações dos usuários acontece de maneira contínua e massiva. Logo, torna-se bem difícil fazer esse trabalho manualmente, correto? Você deve estar se perguntando: como capturar tudo isso? A resposta é simples: através da tecnologia. Por isso, os métodos mais eficazes são por meio da automatização dos processos. 

O Business Intelligence (BI), por exemplo, atua no processo de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de dados que são suporte para a gestão. Já o Business Analytics (BA) vai além: também trabalha na coleta, organização e análise e consegue decodificar as informações complexas em métricas para o gestor e ajuda, assim, a direcionar o planejamento dos negócios.

Por último, outro método utilizado é Big Data. Essa estratégia ajuda a otimizar processos e compreender o comportamento padrão de clientes ou potenciais consumidores tornando os serviços ou produtos, independente da área de atuação, mais lucrativos. A diferença em relação ao BI e BA é que a metodologia atua sobre um conjunto de referências grandes demais, que não conseguem ser analisados por sistemas tradicionais.

Invista em um software de qualidade

Agora que você entende como funciona na teoria queremos lhe explicar como funciona na prática. A adesão a uma cultura de gestão baseada em dados depende da qualidade do software que executará o serviço. Indicamos que a escolha seja baseada em fatores que ajudarão na manutenção da estratégia a longo prazo, como uma ferramenta intuitiva, com preço justo de acordo com o custo e benefício e também que aponte resultados sempre atualizados e confiáveis.

O Economapas processa informações complexas de empresas, mercados, renda, população e consumo. Tudo isso de forma geolocalizada. Os dados são exibidos de maneira simples e intuitiva, sendo um aliado para companhias de qualquer porte e segmento. Através da ferramenta é possível ter acesso a consulta de leads, criar e gerenciar estratégias em pontos geográficos personalizados, informar-se sobre consumo e atividades socioeconômicas, entre outros. Você pode se cadastrar e testar gratuitamente por 7 dias.

Defina o público-alvo 

O software analisa os elementos de acordo com o público-alvo e o território que a empresa definir. Por que isso é importante? Dificilmente uma estratégia obterá sucesso sem que você delimite quem você quer conhecer. A partir disso, os estudos se tornam mais focados e mais precisos, portanto, mais qualificados. Será possível conhecer qual cliente é mais propenso a consumir seu produto ou serviço, como prospectar de maneira mais eficiente e como o usuário enxerga os seus concorrentes, por exemplo.

Do mesmo modo, a delimitação geográfica permite aprofundar análises de acordo com a região em que sua empresa atua ou pretende trabalhar. São informações relevantes para uma companhia que deseja abrir uma filial em um novo estado, por exemplo, ou uma empresa que quer iniciar um novo ponto físico em outro bairro na mesma cidade. 

Transforme a cultura organizacional

Com os dados em mãos, chegou a hora de colocar em prática, ou seja, tomar decisões. Para isso, a principal mudança precisa ser a cultura organizacional. Se antes as ações eram embasadas em outras fórmulas, agora é preciso estar atento ao que as pesquisas dizem sobre seu negócio, produto ou serviço. 

Profissionalize a gestão

A chave para uma boa implementação e manutenção da cultura DDB é a capacitação dos gestores de diferentes áreas dentro de uma mesma empresa. A ferramenta informa sobre aspectos financeiros, de mercado, de cliente, de marketing e demais áreas. Por isso, é a hora de definir processos: a tomada de decisão será executada levando em consideração quais informações, quem age, em qual momento, de que forma e sob quais circunstâncias. Gestores participam de forma ativa e colaborativa e juntos compõem a Governança de Dados. Com todo o sistema definido, torna-se mais seguro tomar decisões.

Treine sua equipe

Todos os colaboradores da organização precisam aderir a esse novo momento. Técnicos e analistas precisam conhecer os problemas e as soluções apontados pelas pesquisas. A rotina de trabalho passa a contar com a avaliação e o cruzamento de informações geradas pelo software. Junto com os gestores, passam a encontrar e apontar soluções. Conhecer profundamente o negócio e os clientes para o qual trabalha são premissas básicas da boa performance de um colaborador. 

Compartilhe informações

Dados devem ser compartilhados. Não adianta investir em tecnologia e mudar a cultura organizacional se as informações não estiverem ao alcance de todos. Cada área precisa acompanhar os resultados gerados e tomar ciência das decisões tomadas. A cultura data driven business permite ações mais racionais, equilibradas e estratégicas. Todos podem traçar insights para definir estratégias mais acertadas. Como um líder, conceda autonomia e condições para as equipes tomarem o caminho mais apropriado.

Mantenha-se atualizado

Dados confiáveis e atualizados, aliado a um bom desenvolvimento da equipe de trabalho, são primordiais para o sucesso da sua organização. Mantenha-se atualizado: está em discussão no Brasil a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) que visa adotar medidas de segurança para usuários brasileiros. A coleta deve seguir as leis de privacidade da LGPD (consentimento do usuário e penalidades jurídicas em caso de vazamento) e a GPDR na Europa. A lei brasileira foi adiada recentemente em virtude da pandemia e deve ser implantada em 2021. Ao longo do texto apontamos o que é cultura data driven business e empresas que são sucesso a partir da adesão dos dados para tomada de decisões. Fornecemos também um mini guia para que você possa entender o conceito, a ferramenta e quais são as ações necessárias para implementar a DDB na sua organização.

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